Apex-Brasil assina parcerias com Sudene e Amcham

O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Roberto Jaguaribe, assinou na tarde de hoje (30/5), durante o Brasil Investment Forum 2017, parcerias com a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE) e com a Câmara Americana de Comércio para o Brasil – São Paulo (American Chamber of Commerce for Brazil).

Com a Amcham, a parceria visa ao fortalecimento do comércio exterior e à atração de investimentos, incluindo possibilidades de iniciativas em conjunto através de projetos já existentes e novos que possam vir a ser criados para atender objetivos específicos relacionados ao fomento de negócios no Brasil e maior inserção do país na economia global.

O Brasil já é o país que conta com a maior câmara fora dos Estados Unidos, com cerca de cinco mil associados e 14 representações regionais. Para o presidente da Amcham São Paulo, Hélio Magalhães, a parceria tem potencial para ampliar a inserção brasileira no comércio internacional. “Com a capilaridade que temos, o número de associados, a relação com os EUA e a capacidade da Apex-Brasil, certamente teremos uma colaboração muito produtiva”, apostou.

Já o acordo de cooperação com a SUDENE busca potencializar a atração de Investimentos Estrangeiros Diretos (IED), a promoção de exportações e a internacionalização de empresas da região Nordeste, fomentando o desenvolvimento regional por meio da melhoria da competividade das empresas. Superintendente da entidade, Marcelo Neves destaca a importância da parceria com a Apex-Brasil para fortalecer a integração da economia nordestina à nacional.

“A parceria vai nos ajudar a fomentar a cultura exportadora da região, que ainda é tímida. Estamos desenvolvendo uma agenda intensa de trabalhos que logo serão iniciados”, ressaltou Neves. Para o presidente da Apex-Brasil, Roberto Jaguaribe, ambas as parcerias oferecem grande potencial, seja pelo fortalecimento de laços com os EUA, seja pela aposta na região nordeste do Brasil. “Os EUA e o Brasil têm muitas semelhanças e temos grande interesse em retomar a presença norte-americana, especialmente nos investimentos de infraestrutura. Já no caso das empresas nordestinas, o Brasil só tem a ganhar. Não tenho dúvidas quanto ao potencial exportador e de atração de investimentos da região”, destacou Jaguaribe.