Guto Ferreira é apresentado: ‘Vim pela oportunidade de dirigir um gigante’

O novo comandante técnico colorado foi oficialmente apresentado no final da tarde desta quinta-feira (1/6), na Sala de Conferências do Beira-Rio. Após dirigir a primeira atividade junto aos jogadores, no CT do Parque Gigante, Guto Ferreira teve a oportunidade de conversar com a imprensa e expôr suas ideias sobre futebol e objetivos no Clube do Povo.

O treinador chega ao Colorado junto dos auxiliares André Luís e Alexandre Faganello, e do preparador físico Juninho. O contrato do profissional se estende até dezembro de 2017, com possibilidade de renovação por mais um ano.

“O Guto é de casa. Um profissional que conhece o Clube, vestiário, funcionários e a história do Inter. Tem uma ligação muito forte com o Inter. Além de demonstrar a sua capacidade, como tem feito nos seus últimos trabalhos, conhece a competição. Isso nos dá convicção de que é a escolha certa, com correção. Tenho certeza que ele está preparado para nos levar de volta para a Série A”, afirmou o vice-presidente de futebol, Roberto Melo.

Ideias de jogo
“Minhas equipes têm características de compactação, marcação agressiva, transição rápida e a imposição de jogo. O Tite influenciou muito a minha carreira aqui no Inter. Aprendi com ele a buscar o controle do jogo. A partir de quando vamos conseguir? Não sei, mas vamos trabalhar em busca. As grandes equipes do Internacional tiveram por isso por característica, jogar se impondo, controlando o jogo de forma intensa, marcação agressiva e espírito guerreiro.”

Vinda para o Inter
“A minha decisão foi total. Dezembro tive proposta de outro grande clube brasileiro e não fui. Mas com o Inter não consegui dizer não. A relação é muito longa, tenho dois filhos colorados dentro de casa, embora seja paulista. Porto Alegre influenciou muito na minha vida e na minha carreira. É um motivo de muito orgulho ser escolhido para reconduzir o Clube para o lugar de onde nunca deveria ter saído.”

Ligação com Inter
“É uma situação que eu buscava há muito tempo. Eu não vim aqui por dinheiro. Vim pela oportunidade de dirigir um gigante. Um gigante que, mesmo eu sendo paulista, me abraçou em 1997 em um projeto de reconstrução do Clube. O presidente do Bahia sempre me disse que não tinha medo de me perder para qualquer clube, pois dificilmente eu iria. Exceto para o Inter, por tudo que eu sempre comentei e vivi aqui.”