Direitos humanos e multiculturalismo na cidade da paz

Viagem fez parte do intercâmbio curricular obrigatório do curso de Relações Internacionais

A viagem fez parte do intercâmbio curricular obrigatório do Curso de Relações Internacionais da Unisinos. Este ano, contou com a participação de 12 graduandos. Foto: Alvaro Paes Leme

Graduandos de Relações Internacionais se juntaram com estudantes do Mestrado em Direitos Humanos e Multiculturalismo da USN para experimentar um intenso programa de estudo em Genebra. Ao longo de duas semanas, os estudantes assistiram aulas na Geneva School of Diplomacy and International Relations.

O objetivo da atividade, que ocorreu entre os dias 30 de abril e 7 de maio, foi trazer oportunidades de aprendizagem prática aos alunos, bem como aumentar a conscientização sobre a advocacia de direitos humanos, as oportunidades de carreira no sistema das Nações Unidas e o trabalho relevante desenvolvido por ONGs e organizações governamentais internacionais com sede em Genebra.

Os alunos visitaram o Escritório das Nações Unidas em Genebra, Organização Mundial do Comércio, Organização Mundial do Trabalho, Saúde Mundial Organização, ACNUR, CICV, Médicos sem Fronteiras, Organização Internacional para as Migrações, Missão Permanente da Noruega em Genebra e Academia de Direito Internacional Humanitário e Direitos Humanos de Genebra. Durante as visitas, os estudantes participaram de palestras sobre Direito Internacional, Direitos Humanos, Saúde, Direitos Humanos e Comércio, Direito Humanitário e Ajuda, Migração e Direitos dos Refugiados.

A semana dedicada às visitas foi uma cooperação coordenada pelos professores Álvaro Augusto Paes Leme, e Gabriela Mezzanotti, do Programa de Mestrado em Direitos Humanos e Multiculturalismo da University of Sotheastern Norway (Noruega). “Além do ganho acadêmico direto de todas as palestras e visitas, esta foi uma experiência de aprendizagem multicultural e transdisciplinar única, em que um grupo diversificado de jovens conseguiu compartilhar suas diferentes ideias, interpretações, contextos e cultura, não apenas sobre o papel dos direitos humanos, instituições internacionais, políticas nacionais e assuntos externos, mas principalmente seus sonhos e esperanças para o futuro”, afirma a professora Gabriela.

O professor Álvaro complementa o posicionamento da colega de profissão e diz que “foram duas semanas intensas marcadas por importante troca de experiências, aquisição de conhecimento e amadurecimento pessoal e intelectual”.