Demanda de passageiros por voos domésticos cresceu 2,2% em maio

Esta é a terceira alta consecutiva do indicador após 19 meses consecutivos em queda

Indicadores do transporte aéreo internacional foram recorde no mês Divulgação/Secretaria de Aviação Civil

A demanda de passageiros por voos domésticos registrou alta de 2,2% em maio deste ano, comparado ao mesmo mês de 2016. Esta é a terceira alta consecutiva do indicador após 19 meses consecutivos em queda. No mês foram transportados 7,1 milhões de passageiros pagos em voos domésticos.

Os dados são do relatório Demanda e Oferta do Transporte Aéreo – Empresas Brasileiras, divulgado nesta segunda-feira (26) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A oferta (em assentos-quilômetros ofertados, ASK) também registrou crescimento de 2,9% na mesma comparação, também a terceira alta mensal consecutiva.

Gol e Latam permaneceram na liderança no mercado doméstico, com participações de mercado da ordem de 35,1% e 32,4%, respectivamente. A Azul teve mais um mês de crescimento em sua participação, alcançando recorde de 18,9% no mês, enquanto a Avianca registrou 13,1%.

No mês foram transportadas 37.300 toneladas de carga paga e correio, o que representou um aumento de 10% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Mercado internacional

O crescimento também foi apresentado no mercado internacional. Maio de 2017 registrou o maior nível dos indicadores da série histórica desde 2000. A demanda (em passageiros-quilômetros pagos transportados, RPK) internacional das empresas brasileiras apresentou alta de 11,7%, oitavo mês consecutivo de alta. A oferta cresceu 9%, sétimo mês de aumento consecutivo.

No acumulado de janeiro a maio de 2017, a demanda cresceu 11,1% e a oferta aumentou 6,3%, em comparação com igual período de 2016. No mês, foram transportados 618 mil passageiros pagos em voos internacionais no País por essas empresas, número recorde para o mês.

A taxa de aproveitamento dos assentos das aeronaves das empresas brasileiras no mercado internacional foi de 84,3% no mês, o que representou um aumento de 2,5% na comparação com maio de 2016. O indicador foi recorde para o mês e está em alta há 12 meses.