Galápagos Jogos lança Modern Art que celebra a arte contemporânea

No novo game board, cinco artistas brasileiros e uma italiana assinam obras que vão a leilão entre os jogadores; jogo é vendido internacionalmente

A Galápagos Jogos, editora nacional de board games, lança Modern Art, título que explora o universo da arte contemporânea em leilões globais. Com quadros ilustrados pelos brasileiros Manuel Carvalho, Ramon Martins, Daniel Melim, Rafael Silveira, e pela italiana Sigrid Thaler, é referência no gênero, já tendo sido editado em 15 países. O jogo estará disponível no e-commerce da marca e também nas lojas parceiras a partir de 4 de agosto com preço sugerido de R$ 129,90.

Em Modern Art, o jogador assume o papel de um curador de museu, tentando comprar e vender pinturas pelo melhor preço em leilões. No final de cada rodada, as pinturas são vendidas ao banco, e os artistas mais populares se tornam mais valiosos. O museu que tiver mais dinheiro no final da partida é o vencedor.

A arte contemporânea brasileira é celebrada logo na caixa, ilustrada com uma pintura de Rafael Silveira, artista plástico curitibano com trabalho fortemente influenciado pela estética do cartoon, com uma atmosfera vintage misturada a referências pop. O Masp também integra o cenário do jogo, como um dos museus no tabuleiro, onde são negociadas as obras.

“O Modern Art é um lançamento aguardado, pois dialoga perfeitamente com o posicionamento da Galápagos, que é oferecer entretenimento para um público jovem ou adulto interessado em reviver a tradição dos jogos de tabuleiro, mas com referências contemporâneas, em um material impresso de extrema qualidade. É uma oportunidade de reunir os amigos com um tema fora do comum e aproveitar a interação offline”, afirma Yuri Fang, sócio-fundador e CEO da Galápagos Jogos.

Além de Silveira, todos os artistas que compõem o jogo têm trabalhos reconhecidos internacionalmente. Manuel Carvalho cria pinturas que se misturam a outras técnicas, como desenho e fotografia, com padrões que recriam cenas cotidianas em fundos abstratos. Já Ramon Martins traz elementos da naturezas selvagens e tropicais com a cultura urbana e tradições brasileiras, repleto de grafismos.

O time brasileiro fica completo com Daniel Melim, cujas obras compõem acervos particulares e institucionais como da Pinacoteca do Estado de São Paulo e Museu Afro Brasil. Seus estêncils são combinados com resíduos de imagens borradas e desfocadas, quase desfiguradas e transformadas em ruído visual. Para finalizar, a italiana Sigrid Thaler pinta personagens femininas em narrativas que misturam folclore e elementos oníricos, cheios de significados.

Modern Art chegará ao mercado brasileiro provando que os jogos de tabuleiro mudaram completamente, trazendo propostas cada vez mais interativas, inteligentes e criativas, com opções para todos os gostos e interesses.