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John Deere destaca soluções em agricultura de precisão na Abertura Oficial da Colheita do Arroz do RS

O arroz é uma cultura cultivada e consumida em todo o mundo, com destaque para a Ásia e América Latina, com importante papel econômico e social nestas regiões. A John Deere, consciente da relevância da rizicultura para o País, apresenta soluções integradas em agricultura de precisão para aumentar cada vez mais a produtividade e a rentabilidade dos produtores em sua participação na Abertura Oficial da Colheita do Arroz.

A empresa estará presente, por meio do concessionário Verdes Vales, no evento que acontece em Cachoeirinha (RS), de 21 a 23 de fevereiro, com os objetivos de apontar as principais novidades do setor e debater os rumos da produção e do suprimento arrozeiro.

“O arroz é um dos principais produtos da cesta básica dos brasileiros porque é versátil e consegue adequar-se às diferentes preferências do consumidor. Por isso, é de extrema importância dentro da cadeia de produção do país”, destaca Eduardo Martini, gerente de Vendas da John Deere Brasil. Ele fará uma palestra para o Painel Mercadológico, no dia 22 de fevereiro, às 14h. O tema é “Por que o Brasil? Visão dos executivos das principais marcas”.

A região Sul do Brasil desempenha um papel primordial na produção agropecuária brasileira, principalmente pela atuação de médios e pequenos proprietários, além da agricultura familiar. Segundo a CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento, o Rio Grande do Sul concentra 70% da produção de arroz do País e o cultivo é, na sua maioria, irrigado. A previsão da média nacional de produtividade é de 5.978 kg/ha.

Martini afirma que o evento é uma maneira de apresentar as maiores novidades do setor aos produtores que precisam produzir com cada vez mais eficiência. “Temos a oportunidade de mostrar as soluções inovadoras desenvolvidas pela John Deere que garantem maior eficiência na operação dos clientes, como todas as soluções em agricultura de precisão”.

Inovação é o lema

Um exemplo disso é a criação das Colheitadeiras da Série S400. Desenvolvida após análise das demandas dos produtores nacionais, a máquina traz como diferencial a substituição da tecnologia saca-palha pelo rotor. A troca garante simplicidade operacional, menor índice de perdas, melhor limpeza e qualidade do grão com resultados efetivos na colheita. Além disso, as colheitadeiras adaptam-se às características locais de terrenos da região Sul com um relevo mais acidentado.

O objetivo é fornecer um equipamento que possui maior eficiência no consumo de combustível e menor peso, o que evita a compactação do solo. Outro destaque é o Sistema DF4 que aumenta a capacidade de limpeza e diminui as perdas em até 11%.

O modelo ainda oferece facilidade ao produtor por meio do piloto-automático, o que gera 8% a mais de produtividade. Segundo o especialista em Colheita da John Deere no Brasil, Marcos Balsan, “a aplicação e a eficiência do piloto automático sobre taipas na colheita do arroz é garantida pelo exclusivo sistema TCM dos receptores StarFire™ 6000 que corrige a posição da máquina mesmo em terrenos irregulares, mantendo sempre as passadas paralelas e utilizando toda a largura de corte da plataforma, assim o operador pode se concentrar em garantir o pleno funcionamento da máquina e os ajustes necessários para evitar perdas e obter a melhor qualidade do grão”.

Agricultura de Precisão

A operação de preparo de solo na cultura do arroz é responsável pelo sucesso da implantação da lavoura, e por isto esta fase é tão importante. Erros nessa parte do ciclo produtivo podem trazer um grande aumento nos custos de produção e reduções significativas na produtividade da safra em questão.

A John Deere tem soluções exclusivas para essa operação com ferramentas de manejo de água em superfície como o Surface Water Pro™, que coleta dados altimétricos para uso em um Software chamado AgroCAD, que é um plug-in que permite o planejamento das operações de nivelamento e sistematização da área para implementação da lavoura, tudo isso utilizando orientação via satélite e piloto automático. Com o Surface Water Pro™ também é possível fazer o nivelamento da lavoura em tempo real sem depender de sistemas laser e sem sofrer com intempéries, como vento, poeira e neblina.

Para os produtores que sistematizam a lavoura movimentando terra com lâminas e scrapers, a John Deere oferece o sistema IGrade™ que faz o controle automático da posição do implemento, garantindo a precisão altimétrica e o menor esforço possível de movimentação de terra, reduzindo custos e aumentando a eficiência na execução da tarefa.

E para completar as soluções, a John Deere oferece ainda seu sistema de correção RTK, que possibilita precisão de 2,5 cm e repetibilidade entre passadas por tempo indeterminado.

“Temos a missão de oferecer soluções completas em otimização de máquinas e operações e suporte às decisões agronômicas. Nossa expectativa é que as inovações tecnológicas proporcionem um cenário cada vez melhor para a agricultura brasileira e que junto com os produtores possamos responder ao desafio de alimentar uma população mundial crescente”, diz Martini. Além das tecnologias para otimizar custos de produção, é preciso diversificar a renda do produtor. Com as novas variedades de soja mais tolerantes ao excesso hídrico, o plantio de soja em áreas de arroz vem se mostrando viável e uma excelente alternativa para incrementar renda agrícola e para rotação de cultura. “Estima-se que existem 300 mil hectares de soja sendo plantadas em lavouras de várzeas, com um potencial de chegarmos a 1 milhão de hectares, o que trará uma renda de R$ 3,2 bilhões para o setor”, conclui Martini.

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