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20 de julho, Dia do Biscoito

Uma pesquisa realizada pela consultoria Kantar WorldPanel, encomendada pela Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI), analisou os hábitos de consumo de biscoito da população. No café da manhã, naqueles lanchinhos entre as refeições, como base das receitas que compõem o almoço e o jantar, para a sobremesa ou antes da prática de atividades físicas. São tantos os momentos associados à praticidade e ao prazer de comer estas delícias, que eles estão presentes no dia a dia da maioria dos brasileiros e por isso ganharam uma data especial no calendário: 20 de julho, Dia do Biscoito.

biscoito 1 - 20 de julho, Dia do BiscoitoDurante o ano de 2016 a consultoria acompanhou a rotina de 11.300 lares que representam um universo de 53 milhões de famílias espalhadas pelo Brasil. De acordo com o estudo, 21% das ocasiões de consumo são feitas por pessoas de até 15 anos e 35% de 19 a 34 anos, principalmente mulheres (55%); na segmentação por classe socioeconômica, 51% dos consumidores são da classe C, 25% DE e 24% AB. 80% compraram estes produtos entre segunda e sexta-feira e, deste total, 58% buscaram o alimento em super e hipermercados, enquanto 9% em mercearias e estabelecimentos de bairros.

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Os dados levantados também apontaram os principais motivos de compra na hora de buscar os biscoitos nas prateleiras: 61% dos consumidores dão preferência para sabores novos e o prazer do momento que ele proporciona e 33% não abrem mão da conveniência e facilidade em ter um snack na medida certa para matar a fome. Os lanches intermediários representam 74% das ocasiões de consumo.

biscoito1 - 20 de julho, Dia do Biscoito“O consumidor está mais exigente, quer qualidade, mas não se descuida dos preços. A tendência de saudabilidade veio para ficar e a indústria está inovando suas linhas com produtos enriquecidos de fibras, vitaminas, minerais e grãos, em embalagens monoporções com apelo take and go, que tendem a ocupar cada vez mais espaço nas gôndolas”, ressalta Claudio Zanão, presidente-executivo da ABIMAPI.

Separados por categorias, o estudo encontrou as seguintes representações:

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Recheados: deve ter recheio de creme ou outro produto próprio, podendo ser doce ou salgado.

Perfil: mulheres, de 30 a 39 anos, pertencentes à classe socioeconômica C, residentes na Grande São Paulo com companheiro e crianças pequenas em lares de três a quatro pessoas.

Salgado tradicional: formato pequeno usado geralmente para acompanhar aperitivos.

Cream cracker/água e sal: laminado simples, traz na embalagem a expressão CRACKER.

Perfil: homens e mulheres, 50 anos ou mais, pertencentes às classes socioeconômicas D/E, residentes nas regiões Norte e Nordeste em lares independentes ou divididos com mais uma pessoa.

Seco/doce: tipos comuns, simples, que não possuem recheio ou coberturas.

Maria/maisena: laminado simples, que trazem estampada na embalagem as expressões Maria, Marie ou Maisena.

Perfil: homens e mulheres, 50 anos ou mais, pertencentes às classes socioeconômicas D/E, residentes nas regiões Leste e interior do Rio de Janeiro com companheiro e filhos pré-adolescentes em lares de três a quatro pessoas.

Wafer: formato quadrado ou retangular folheado, com recheio intercalado de creme aromatizado artificialmente. Os tubinhos/rolinhos de wafer devem ser incluídos neste segmento, independente se recheados ou cobertos.

Perfil: mulheres, de 30 a 39 anos, pertencentes à classe socioeconômica C, residentes no interior de São Paulo com companheiro e crianças pequenas em lares de três a quatro pessoas.

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