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Ibama apreende animais silvestres no Rio de Janeiro

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Material era negociado pela internet Luiz Augusto Oliveira/Ibama

Em operação de combate ao tráfico de fauna silvestre, fiscais do Ibama apreenderam, na zona oeste do Rio de Janeiro, mais de mil partes de animais, além de quatro tartarugas e duas cobras,  que seriam vendidas no tráfico de fauna silvestre.

Os agentes chegaram aos suspeitos com a ajuda de denúncias anônimas sobre a movimentação dos traficantes. As negociações era feitas pela internet. “Trata-se da maior quantidade e diversidade de partes de animais silvestres flagrados com um infrator”, disse o coordenador de Fiscalização do Rio de Janeiro, Geraldo Cunha.

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Segundo o coordenador de Operações de Fiscalização, Roberto Cabral Borges, as diferentes espécies indicam tráfico interestadual e internacional. O Ibama continuará a análise para identificar a origem dos animais e a possibilidade de haver outros envolvidos nas infrações.

Entre os itens apreendidos havia peles de jaguatiricas (espécie ameaçada de extinção); olhos de tigre; couros e “chocalhos” de cobra; cavalos-marinhos; asas de corvo e de morcego; crânios de coruja; ossos de águia e de raposa; mandíbulas de crocodilo e de guaxinim; dentes de urso; garras de leão; unhas de preguiça; rabos de esquilo e de lobo; penas de faisão e de papagaio, cascos de tartaruga e de jabuti; répteis, anfíbios e insetos secos; chifres de cervo e de bode montanhês; patas de tatu; máscaras de lobo; e produtos como colar, punhal e uma faca de ossos.

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