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A diferença entre a cerâmica e a porcelana para revestir piscinas

Elementos de destaque para o acabamento de piscinas, os revestimentos dão toques de personalidade aos ambientes molhados. Mas, afinal, qual material escolher? Referência na fabricação de pastilhas de porcelana, a Super NGK explica as principais diferenças entre a cerâmica e a porcelana para essa aplicação.
Uma das principais características a ser observada é em relação ao grau de absorção de água, aspecto fundamental para que os revestimentos da piscina tenham efeitos duradouros e de qualidade. A porcelana, por exemplo, tem grau de absorção entre 0% e 0,5%, resultando em um material de altíssima qualidade e extremamente versátil, apropriado para os ambientes molhados como piscinas e cascatas.
Super NGK3 - A diferença entre a cerâmica e a porcelana para revestir piscinas
“É possível destacar também a característica da porcelana de não possuir porosidade e o fato de não se expandir e nem manchar devido à umidade. Já a cerâmica possui limitações para ser usada em piscinas, por ser um material mais suscetível a microfissuras e desplacamentos por umidade”, comenta a arquiteta da Super NGK, Josi Mizobata.  A empresa oferece ao mercado de revestimentos uma ampla gama de pastilhas porcelananizadas, com mais de 200 cores e diferentes texturas que propiciam um toque especial aos ambientes, dando ao profissional de arquitetura ou design de interiores a opção de criar projetos exclusivos. “A empresa está alinhada às tendências e necessidades do mercado e atua de forma muito próxima de seus clientes, trazendo ao Brasil o que há de mais atual nas tendências para revestimentos”, finaliza Josi Mizobata.

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