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Avançam obras do centro de educação ambiental no Parque Floresta Imperial em NH

A comunidade de Novo Hamburgo ganhará em breve um espaço de educação socioambiental. A iniciativa da Comusa Serviços de Água e Esgoto transformará o Parque Floresta Imperial em um centro educativo. Para isso, a autarquia investe na revitalização do prédio localizado na entrada do parque, que estava abandonado nos últimos anos. O investimento no local é de R$ 177 mil, com recursos próprios.

O prédio em formato circular está tendo o telhado totalmente revitalizado. A impermeabilização é uma necessidade em função das goteiras. A área do entorno também está em obras, além do acabamento no interior do prédio. A previsão é de que a reforma seja finalizada em 60 dias. “É um compromisso da nossa gestão contribuir com o desenvolvimento sustentável da nossa região. Essa é uma das iniciativas nesse sentido”, afirma o diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders.

O local contará com duas salas de trabalho, que receberão os servidores do setor Socioambiental da Comusa. A equipe já realiza ações educativas com escolas da cidade e a expectativa é ampliar as atividades. A estrutura contará ainda com um auditório com capacidade para 60 pessoas. “Teremos agora uma ampla área verde, no coração da cidade, para trabalhar noções de sustentabilidade não apenas com as crianças, mas também com a comunidade em geral”, lembra Lüders.

A ampliação das ações educativas da Comusa vem na esteira da assinatura do Pacto Global, da Organização das Nações Unidas (ONU). Entre os compromissos assumidos pela autarquia desde que se tornou o único órgão público do estado a ser signatário do Pacto com a ONU está o compromisso com a implementação de ações em torno dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

COMUNIDADE – Com o novo espaço a Comusa também estreitará os vínculos com a comunidade do entorno do Parque Floresta Imperial. Um dos problemas observados no parque é que alguns moradores da região têm jogado lixo para dentro do Floresta Imperial, por cima do muro. “Queremos mostrar para essas pessoas que o parque também é delas e a conservação desse espaço de preservação é um objetivo de todos”, reforça o diretor-geral.

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