AgronegócioEmprego

Francisco Turra exalta o agro nacional em reunião com lideranças de São Paulo

O papel do agronegócio brasileiro e sua contribuição para a produção de alimentos e geração de emprego e renda no país foram destacados pelo ex-ministro da Agricultura entre o primeiro e o segundo mandato do ex-presidente FHC, Francisco Turra, em reunião com representantes da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, nesta terça-feira (15). No encontro, que teve a participação do novo titular da pasta, Itamar Borges, Turra foi o único gaúcho e ressaltou que, mesmo durante a pandemia, o setor injetou cerca de R$ 1 trilhão na economia. “Nunca o Brasil mostrou tanto a vocação como produtor de alimentos. Nenhum setor emprega tanto, nem distribui tanta renda como o nosso. Somos privilegiados no momento de dar impulso ao Brasil. E podemos mais”, exaltou.

Ao falar que o Brasil vem ampliando a participação da proteína animal nacional em importantes mercados como o da Coréia do Sul, entre outros países da Ásia, Turra destacou ainda que a certificação concedida pela OIE aos estados do Rio Grande do Sul, Acre, Paraná e Rondônia como zonas livre de febre aftosa sem vacinação, abrirá novas portas para o setor agropecuário. “Existem ainda outras importantes atividades como a produção de ovos e piscicultura em São Paulo, que fomentam oportunidades e empregos. É preciso olhar a proteína animal em todas as dimensões. São Paulo pode e muito no agronegócio”, assinalou.

Foto: Divulgação/SAASP

Um apaixonado pelo agronegócio, Turra lembrou ainda do movimento de Otimização de Culturas de Inverno no RS e SC, que tem liderado em nome da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), entidade a qual é presidente do Conselho Consultivo e dirigiu por 12 anos. O projeto busca ampliar a área plantada de cereais como trigo, cevada e triticale, que podem ser substitutos do milho, de recentes quebras, com equivalência nutricional comprovada, na composição da ração animal de aves e suínos, silagem e pastagem bovina.

Botão Voltar ao topo