Novo Hamburgo

Novo Hamburgo registra queda na criminalidade contra a mulher

Município mantém ampla rede de atendimento a vítimas de violência: confira onde denunciar e buscar ajuda

Novo Hamburgo apresentou queda nos indicadores de violência contra as mulheres no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Levantamento da Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP/RS) aponta redução no número de ocorrências em três dos cinco tipos criminais elencados pela SSP/RS em relação ao primeiro semestre de 2020.

As ameaças tiveram queda de 5,30%; a lesão corporal teve redução de 11,04%; as ocorrências de estupro diminuíram 14,28%, enquanto a tentativas de feminicídio reduziram em 40% (confira tabela mês a mês). O município, porém, teve um registro de feminicídio, em maio deste ano (ano passado não houve registro deste crime no primeiro semestre, mas um no segundo semestre). Confira os números:

O secretário municipal de Segurança, general Roberto Jungthon, reforça a importância da prevenção. “Não se pode admitir qualquer tipo de violência. As mulheres, muitas vezes, são vítimas de violência entre as paredes do seu próprio lar, o que torna a situação ainda mais dramática e que precisa do olhar atento de toda a sociedade”, destaca.

ONDE BUSCAR AJUDA

Em caso de violência, a mulher pode procurar a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) para registro de ocorrência. No local, ocorre o projeto de assessoria em psicologia jurídica da Universidade Feevale. A DEAM fica na Rua Júlio de Castilhos, 806, junto à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA).

Se a mulher estiver em situação de risco pessoal e social pode buscar atendimento no CREAS Viva Mulher pelo telefone 3097-9482. Também pode buscar apoio junto aos serviços da Rede Lilas (informações pelo link: https://instagram.com/rede_lilas?utm_medium=copy_link). Outra possibilidade é a Procuradoria da Mulher, que atende pelo 3594-0560 (ligação e WhatsApp).

Se houver necessidade de atendimento em saúde mental, a mulher pode buscar ajuda nas Unidades Básicas de Saúde para que seja referenciada aos serviços de saúde. Esse fluxo não significa, necessariamente, que o primeiro atendimento seja feito na DEAM. Qualquer um destes serviços podem ser buscados a qualquer tempo.

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