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Marca gaúcha investe no mercado internacional

No Bad Shoes, de Caxias do Sul, é destaque em projeto do Sebrae RS

De olho nas oportunidades internacionais para 2022, a No Bad Shoes, de Caxias do Sul, com importantes conquistas: nos EUA, a empresa recebeu convite para participar das feiras Dallas Apparel and Accessories Market, de 11 a 14 de janeiro, no Texas; e da Atlanta Apparel, na Geórgia, de 1 a 5 de fevereiro, além de acordo para iniciar a distribuição do seu mix de produtos na terra do Tio Sam junto a um parceiro local. Além disso, a marca planeja ingressar no mercado europeu a partir de um revendedor em Lisboa, Portugal.

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As novas conexões e oportunidades são consequência do planejamento estratégico e comercial impulsionados pelo Sebrae RS no projeto Export Insight. Lançada em agosto deste ano, a iniciativa tem como objetivo aproximar marcas gaúchas dos seus mercados potenciais mediante ações de posicionamento e adaptação ao mercado nacional e internacional.

“NOBS”

Criada em 2019 pelas irmãs Daniela, Fernanda e Marcela Sperb Moraes, a “NOBS” uniu estilo, tecnologia e inovação a serviço do bem-estar feminino no uso de calçados para trilhar um caminho de importantes conquistas apesar de sua trajetória recente. “A NOBS enquanto negócio já surgiu pensando em ser uma marca internacional e o Export Insight foi uma oportunidade para darmos os primeiros passos neste sentido”, explica Marcela Sperb Moraes.

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A marca encerra 2021 com um crescimento de 60% nas vendas em comparação ao ano passado, consolidando o Estado de SP como seu principal polo consumidor com 45% do seu share de vendas, seguido por MG, RJ e RS. Com um mix unisex de mais de 20 produtos entre sandálias e acessórios voltados ao conforto e ao bem-estar dos pés, a NOBS tem na sapatilha sustentável Hidra Therm seu carro-chefe, respondendo por 70% das vendas da empresa, que opera 100% no e-commerce.

Outro destaque é a palmilha de conforto, resultado de dois anos de pesquisa e desenvolvimento junto ao Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefato (IBTeC) e que reduz em até 33% o impacto no uso de calçados de salto alto e que pode ser adaptada a diferentes modelos de sapatos.

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