AgronegócioRio Grande do Sul

Santa Maria sedia abertura da colheita da noz-pecã

A 5 ª Abertura Oficial da Colheita da Noz-Pecã no Brasil acontece em Santa Maria no dia 14 de abril, a partir das 8 horas, na Fazenda Santa Leocádia, localizada em meio ao bioma Pampa, na Estrada Santa Flora, nº 404, Distrito de Santa Flora. O acesso à Fazenda Santa Leocádia é fácil, pela BR 392, que liga Santa Maria a São Sepé, seguindo pela estrada de Santa Flora.

A expectativa é de que estejam presentes mais de 300 representantes de toda cadeia produtiva do setor, além de autoridades municipais e estaduais. A realização é da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI) do Rio Grande do Sul em conjunto com o Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan) e a prefeitura local.

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Uma série de atividades está prevista para todo o dia visando conectar pessoas e ideias, aumentar a representatividade do setor, difundir conhecimentos técnicos e fechar negócios.

O ponto alto será o almoço gastronômico, no qual os convidados inscritos e com presença confirmada poderão saborear, em volta do fogo de chão, diferentes pratos em que a noz-pecã é utilizada como ingrediente ou em molhos para acompanhamento. Entre outras delícias, serão servidos cordeiro da Patagônia, costelão, brisket, risotos, saladas, pães, tortas, bolos, muffins e cookies.

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Projeção da safra

O Rio Grande do Sul é o estado maior produtor de noz-pecã no Brasil, respondendo por mais de 70% da produção nacional. Também abriga 90% das indústrias processadoras desse tipo de noz no país. A maior concentração da pecanicultura ocorre na Depressão Central e no Vale do Taquari, e os dez maiores produtores são os municípios: 1º Cachoeira do Sul, 2º Anta Gorda, 3º Santa Maria, 4º Sananduva, 5º Taquari, 6º Rio Pardo, 7º Canguçu, 8º Garruchos, 9º Catuípe e 10º General Câmara.

Ano a ano, a área de cultivo vem aumentando, já abrangendo 200 municípios gaúchos e 1.400 produtores, os quais vêm abrindo novas portas no mercado interno e começando a exportação para países da Europa e Oriente Médio, colocando a noz-pecã brasileira na vitrine internacional.

A projeção da safra 2023 é de aproximadamente 7 mil toneladas de noz-pecã em 6 mil hectares plantados. Ou seja, um aumento de 55% em relação ao ano passado, período de baixa produção devido à alternância natural da nogueira-pecã (também chamado de ano off) e à seca, quando foram colhidas em torno de 4,5 mil toneladas em 5.333 hectares.

Programação:

8h às 9h – Recepção e cadastramento dos convidados.
9h às 11h – Panorama da noz-pecã no Brasil, riqueza nutricional e a diversidade gastronômica da fruta.
11h às 12h – Abertura oficial da colheita da pecan com a presença de autoridades.
12h às 14h – Almoço gastronômico para os convidados.
14h às 16h30 – Estações técnicas, com apoio da Emater, sobre a cultura da pecan e exposição de empresas e instituições que fazem parte da cadeia produtiva:
– Estação com os novos produtos biológicos e suas características;
– Estação com os pulverizadores e atomizadores;
– Estação com os sistemas de irrigação e suas características.
– Estação associativismo, com representante do IBPecan.
17h – Encerramento.

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