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Bicicletas reforçam policiamento ostensivo e aproximam comunidade

Cada base dispõe de duas bicicletas, que servem para o deslocamento dos policias militares nas visitas comerciais e residenciais durante o período de serviço – Foto: Everton Ubal/BM

A Brigada Militar tem ampliado o uso de bicicletas no policiamento ostensivo no litoral gaúcho. Em Xangri-Lá, Capão da Canoa, Capão Novo, Arroio Teixeira e Curumim, nos últimos dois anos, a modalidade tem sido utilizada, com sucesso, na Operação Golfinho.

No Litoral Norte, de acordo com o comandante da 1ª companhia, capitão Juliano Giboski, os policiais militares, devidamente equipados, atuam em duplas ou até em trios, geralmente durante o dia, podendo ser empregados à noite em algum evento específico. Tal policiamento segue um roteiro pré-definido, como paradas ostensivas e patrulhamento.

Um dos pontos benéficos do uso da bicicleta é a aproximação com a comunidade, pois a instituição consegue manter as características do policiamento a pé, preventivo e comunitário, porém com mais agilidade.

Além de gerar maior sensação de segurança a todos, o capitão ainda destaca que “é uma forma de policiamento simpática, aproxima toda a população, desde idosos até crianças, mantendo uma relação de cordialidade com o público; tanto é assim, que a própria comunidade nos incentiva, auxiliando na manutenção das bicicletas”, disse.

Outro fator positivo é em relação à agilidade e à área de atuação. “Se eu empregasse uma dupla a pé para o policiamento na orla de Capão da Canoa, provavelmente esses militares iriam cobrir cerca de dois quarteirões; já com a dupla de bicicletas, é possível ampliar essa área em, no mínimo, dez quarteirões”, afirmou o capitão.

Bicicletas junto às Bases Móveis Comunitárias

As Bases Móveis Comunitárias (BMC), presentes nas praias de Torres, Capão da Canoa, Atlântida, Tramandaí, Cidreira e Cassino, referência de proximidade com os cidadãos, também têm empregado bicicletas em seus locais de atuação.

Cada base dispõe de duas bicicletas, que servem para o deslocamento dos policias militares nas visitas comerciais e residenciais durante o período de serviço, dentro do raio de atuação da base, que é de cerca de três quilômetros a partir do ponto de estacionamento.

De acordo com a capitã Ana Maria Hermes, coordenadora das BMC, ainda é importante salientar que “as bases acolhem todas as necessidades dos usuários do seu raio de atuação, mesmo que não seja de competência da BM. O cidadão é orientado e devidamente encaminhado a outros órgãos, conforme cada caso”, destacou a oficial.

Além disso, também são feitos nas bases registros de ocorrências e termos circunstanciados, visitas, palestras, eventos, orientações e reuniões, sempre em busca do objetivo principal da filosofia de policiamento comunitário, que é a aproximação com a comunidade.

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