Novo HamburgoRS

Vale do Sinos em alerta para a proliferação do Aedes aegypti

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Novo Hamburgo apresenta o indicador de infestação predial de 4,1

O conhecimento da situação de cada município em relação aos índices de infestação pelo Aedes aegypti (mosquito-da-dengue) é de extrema importância, pois estabelece todas as medidas que devem ser tomadas para a prevenção da Dengue, Zika e Chikungunya e, em casos de possíveis surtos na região metropolitana, a eliminação de criadouros desse inseto transmissor de doenças.

De acordo com o último Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), realizado em novembro de 2017, Novo Hamburgo apresenta o indicador de infestação predial de 4,1. Conforme os parâmetros utilizados pelo Ministério da Saúde, o valor sinaliza um alto risco de surto, já que está acima de 4.

Vale destacar que são analisados estratos (grupos), como amostragem por bairros, classificados com índices de infestação predial: em condições satisfatórias (inferiores a 1%), em situação de alerta (de 1% a 3,9%) e com risco de surto de doenças do Aedes aegypti (superior a 4%). A metologia LIRAa é preconizada pelo Ministério da Saúde para todos os municípios do País.

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O trabalho dos Agentes de Combate a Endemias (ACE) conta, prioritariamente, com o envolvimento da população. Todas as ações partem da premissa de que cabe a cada cidadão, de todos os bairros da cidade, a promoção efetiva do controle do vetor, que é o mosquito-da-dengue. As ações estão centradas em detectar a presença do Aedes aegypti, não deixar que focos se instalem e destinar, de maneira adequada, reservatórios de água que possam servir de depósito para os ovos do inseto.

Estância Velha tem o primeiro caso do ano de dengue autóctone

Uma nota informativa elaborada pela coordenação do Convênio de Prevenção e Combate à Dengue, numa parceria entre Vigilância Ambiental em Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, e Universidade Feevale, acaba de ser divulgada em mídias sociais e tem em vista o registro comprovado em Estância Velha, no dia 15 de janeiro de 2018, de um caso autóctone de Dengue (quando a doença é contraída dentro do município).

Ao se comunicar a confirmação de circulação viral, o alerta é dado para o aumento da atenção por parte de todos os moradores da região aos sintomas das doenças relacionadas ao Aedes aegypti.

“Ressalta-se a importância das notificações de casos suspeitos de Dengue, Zika e Chikungunya para a vigilância em saúde, para que as medidas de contenção possam ser tomadas em tempo hábil”, reitera a coordenadora da Vigilância Ambiental em Saúde, a médica veterinária Julyana Sthéfanie Simões Matos.

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