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Projeto reduz gasto de energia em estação de tratamento da Corsan

A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) colocou em funcionamento, nesse sábado (3), o projeto-piloto de microgeração híbrida de energia elétrica na Estação de Tratamento de Água (ETA) de Atlântida Sul, no Litoral Norte. Conforme estudos dos técnicos, o projeto vai possibilitar economia de energia e a análise da geração de eletricidade de fontes renováveis, no caso a radiação solar e os ventos, para instalar em outros sistemas da companhia. O investimento foi de R$ 590 mil.

O diretor-presidente Flávio Ferreira Presser ressaltou que a Corsan vai economizar com o retorno de R$ 400 na conta de energia, pois quando a geração é maior que o consumo da ETA, o excedente é entregue à concessionária. “Estamos nos antecipando ao futuro, trazendo essa experiência para o presente, além de realizarmos diversas ações operacionais visando otimizar o consumo de energia elétrica, que é o segundo maior gasto da Corsan”, disse Presser.

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Diretor-presidente da Corsan, Flávio Presser, inaugurou o projeto na Estação de Tratamento de Água de Atlântida Sul – Foto João Paulo FloresCorsan

O vice-prefeito Eduardo Rodrigues Renda, de Osório, onde está localizada a ETA de Atlântida Sul, destacou as atividades da empresa, que trazem saúde à população. “Ao abrir a torneira, as pessoas não imaginam o enorme trabalho que é realizado”.

Para o diretor do Departamento de Planejamento e Programas da Secretaria de Minas e Energia, João Francisco Pereira Braga, o governo está no caminho certo ao estimular o projeto de fontes complementares de energia.

Redução de gastos

Os equipamentos instalados na ETA de Atlântida Sul têm capacidade de geração de 31 quilowatts (kW) no sistema fotovoltaico e 10 quilowatts para o sistema eólico. A energia produzida é consumida pela própria ETA. Nos períodos em que a geração é maior que o consumo, a energia é fornecida à rede da concessionária, sendo creditada na próxima fatura da unidade. O resultado é uma redução de gastos com energia.

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O retorno do investimento ocorre entre cinco a sete anos, conforme avaliação dos fornecedores dos equipamentos. Os painéis fotovoltaicos, geradores de energia solar, têm vida útil de até 30 anos.

Informações da Corsan/Secom/GERS

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