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Para FIERGS, Dia da Indústria é de mais preocupação e menos comemoração

Logística

Para a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), o dia de hoje, Dia da Indústria (25 de maio), transcorre com preocupações e menos comemorações, pois o Brasil vive um momento de turbulência. A paralisação dos caminhoneiros, que chegou ao quarto dia consecutivo, atingiu nesta quinta-feira, 25 estados mais o Distrito Federal, e já mostra as consequências no abastecimento de insumos básicos para a produção. O impacto na indústria gaúcha ainda não pode ser mensurado, mas os reflexos são percebidos pela sociedade nos setores de alimentação, bebidas, transporte e infraestrutura, primeiros a serem atingidos.

Mesmo reconhecendo a legitimidade das manifestações, o presidente da entidade, Gilberto Porcello Petry, alerta que o País não pode ficar refém da paralisação que traz graves consequências à sociedade. “Os movimentos reivindicatórios não podem exceder os limites constitucionais, prejudicando toda a população, o setor industrial em particular, e os empregos que estão sendo gerados apesar da crise,” completa.

A FIERGS enfatiza que as reduções tributárias nos combustíveis não devem ser compensadas pela reoneração da folha de pagamento para alguns setores industriais. “Esperamos que este erro não se concretize,” alerta o presidente Gilberto Porcello Petry, ao criticar a empresa estatal dominante na produção de combustíveis por ter provocado essa situação, sem estar em sintonia com a realidade nacional. “Esperamos que os governantes, autoridades e políticos resolvam esses problemas com inteligência a fim de não comprometer os sinais de recuperação econômica que estavam surgindo”.

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