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Confira a programação do 33º Festival de Arte da Cidade de Porto Alegre

O 33º Festival de Arte da Cidade de Porto Alegre ocorre de sexta-feira, 28 de junho, a 5 de julho e de 6 a 8 de agosto. Durante 11 dias, serão realizadas atividades sobre artes visuais como oficinas, bate-papos, exposições, performances e ação no cinema. Os eventos serão realizados no Centro Municipal de Cultura Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues, Pinacotecas Aldo Locatelli e Ruben Berta, Cinemateca Capitólio Petrobras e PUCRS. A abertura ocorre na sexta-feira, 28, com as mostras Artistas mulheres: territórios expandidos e Natalia Schul – Descaber, ambas na Pinacoteca Aldo Locatelli.
A iniciativa é da prefeitura, por meio da Coordenação de Artes Plásticas e Atelier Livre Xico Stockinger da Secretaria Municipal de Cultura (SMC). O tema desta edição vem ao encontro da 12ª Bienal do Mercosul, que será realizada em 2020 e trata do universo feminino e das relações entre arte, feminismo e emancipação. Artistas como Nuno Ramos, Natalia Schul, os coletivos Nosotras Proponemos e Mulheres Nos Acervos trazem história e contemporaneidade ao festival. O evento também recebe três artistas argentinas como residentes, Cristina Schiavi, Lena Szankay e Maria Rosa Andreotti. Elas fazem parte da Assembleia Permanente de Trabalhadoras da Arte Nosotras Proponemos. As artistas farão exposição, oficina, bate-papo e uma ação em Porto Alegre.
A programação inclui o projeto Mulheres Nas Artes: Feminismo, Narrativas e Invenções de Si”, que propõe uma
reflexão sobre o tema reunindo artistas e pesquisadoras para palestras e oficinas com o público. As exposições Artistas Mulheres: Territórios Expandidos, Natalia Schul – Descaber e Claudia Paim: Corpopaisagem, apresentam, respectivamente, uma pesquisa sobre a presença de artistas mulheres no acervo da Pinacoteca Aldo Locatelli. Serão expostas obras da artista Natalia Schull de forma a contribuir para o início de uma revisão histórica da representatividade feminina na arte local, homenageando a artista visual e professora Claudia Paim, falecida em 2018.
As oficinas, ações e palestras também abordam temas da programação permanente do Atelier Livre Xico Stockinger, que em 2020 completa 60 anos. Os assuntos incluem cerâmica, gravura e pintura.
Encerrando esta edição do Festival, O Cinema ao Vivo, do artista Nuno Ramos (SP) propõe unir o teatro à fantasmagoria fílmica, dando presença cênica à atriz Helena Ignez, do filme Copacabana Mon Amour (1970), e do diretor do filme Rogério Sganzerla, falecido em 2004. Durante 24h, a atriz irá conviver com a produção em que estrelou. Sua própria existência desloca todo o sentido do filme, atualizando e abrindo o que tinha se tornado definitivo na edição do filme. O público assistirá assim a um filme “acompanhado” por seu protagonista, observando aquele produto de luz e som fundido paradoxalmente à cena ao vivo.
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