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São Leopoldo faz levantamento de plantas alimentícias no Parque Imperatriz

O Parque Municipal Imperatriz Leopoldina, em São Leopoldo, está realizando o levantamento de espécies de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) presentes no local. A ideia é realizar uma trilha no parque para incentivar as pessoas a identificarem as plantas e fazer o cultivo em suas casas. “O que muitos consideram ervas daninhas, na verdade são plantas nutritivas e, que por serem nativas, não necessitam de agrotóxicos”, explicou a chefe do Centro Permanente de Educação Ambiental, Yara Stockmanns.

O nome Plantas Alimentícias Não Convencionais foi criado pelo biólogo Valdely Kinupp para se referir a plantas comestíveis nascem em quintais, terrenos baldios e canteiros, mas que não são consumidas habitualmente. Hoje, estão catalogados 5 mil alimentos do tipo no Brasil.

Não é recomendado o consumo de plantas que brotam em locais com muita poluição. O interessante é aprender a reconhecer a planta, cultivá-la em casa e saber a forma segura de consumir. No Parque, algumas espécies já foram identificadas: Aroeira (Schinus terebinthifolius), Tansagem (Plantago major), Beldroegão (Talinum paniculatum), Ora pro Nóbis(Pereskia aculeata), Dente de Leão (Taraxacum officinale), Picão Branco (Galinsoga Quadriradiata), Bardana (Arctium lappa), Taioba (Xanthosoma Violaceum), Língua de vaca e Caruru (Amaranthus Deflexus)

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