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UniAvan desenvolve máscaras em impressora 3D

O Centro Universitário Avantis – UniAvan está desenvolvendo máscaras de proteção respiratória no modelo “Face Shield”, utilizando a impressão digital em 3D. O material será doado para instituições e profissionais que estão na linha de frente no combate ao Coronavírus (Covid-19), que precisam de uma proteção reforçada. O primeiro protótipo do equipamento foi confeccionado pelos acadêmicos do curso de Engenharia Mecânica no fim de março. Ao todo serão produzidas mais de 100 máscaras. A ação conta com a supervisão do Gerente de Inovação Cassiano Canheti, do Prof. do curso de Engenharia Mecânica Dr. Júlio Cesar Berndsen e a participação da Prof. Drª Sabrina Weiss Sties, Coordenadora do Curso de Fisioterapia.

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Máscaras de proteção respiratória no modelo “Face Shield”  – Fotos: Alan Vignoli

Para a confecção das máscaras foram utilizados três materiais básicos, sendo eles: suportes pela impressora 3D utilizando polímero láctico (PLA), o visor de acetato transparente cortado na CNC Laser e o elástico de 10 mm para fixar a máscara na cabeça do usuário. O acetato utilizado no desenvolvimento das máscaras foi doado, inicialmente, pela empresa Gayplas, do município de Itajaí e depois adquirido com recursos da instituição. Segundo o Gerente de Inovação, Cassiano Canheti, o projeto é realizado em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que também está realizando a confecção dos produtos. “O Inova UniAvan montou um guia para construção da máscara com base nos estudos da UFSC, contendo blue prints”, explicou.

De acordo com o Professor do Curso de Engenharia Mecânica, Dr. Julio Cesar Berndsen, o protótipo construído é regulamentado pela Anvisa e já está sendo produzido em diversas cidades do Brasil. “A Engenharia Mecânica da Uniavan trabalhou em produzir o melhor protótipo possível levando em consideração as condições encontradas no município e região, para assim ajudar ao máximo os profissionais da saúde na luta contra o Covid-19. Cada máscara leva em torno de 5 horas para ser produzida e nós iremos realizar estudos para aumentar essa produção”, destaca.

Para a Prof. Drª Sabrina Weiss Sties, o projeto foi pensado devido à escassez e a grande demanda dos profissionais. “No mercado existem diversos tipos de máscaras e a parte do visor é muito dura e machuca o rosto dos profissionais que estão com carga excessiva de trabalho nas UTIs dos hospitais da região. Por isso, entrei em contato com o Prof. Júlio para confeccionarmos uma máscara mais flexível, que não agrida os usuários e contribua com este trabalho”, finaliza.

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