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Florianópolis: Floram realiza ação de educação ambiental na Joaquina

Foi realizada mais uma ação do Projeto “Floram vai à praia”, desta vez na praia da Joaquina, que tem como objetivo conscientizar os banhistas sobre a limpeza da orla e as consequências da poluição para o ecossistema, distribuindo porta-bituca e sacos de lixo retornáveis.

Abordado pela equipe da Floram, o militar Luiz Girotto aplaudiu a iniciativa da Prefeitura. “Eu sou fumante, mas faço a minha parte. Acho que precisamos de mais atividades como essa, para tentar educar os banhistas, incentivar uma consciência ambiental que ainda nos falta. Temos que melhorar muito nesse sentido”, disse Girotto, que mora na cidade há três meses.

A movimentação da equipe despertou também o interesse dos comerciantes da praia, que pediram mais material para entregar aos clientes. “A gente que trabalha na praia vê muita sujeira, gente que vem e deixa as bitucas de cigarros, garrafas, resto de comida.

Até catamos o lixo, mas é preciso educar o pessoal a não deixar. Floripa é uma cidade bonita então temos que cuidar, temos que preservar”, afirmou o garçom Bruno Emannuel.

A ação de educação ambiental começou pelas praias de Ingleses e Canasvieiras e até o final do verão estão programadas intervenções na Lagoa da Conceição, Praia Mole, Barra da Lagoa, Moçambique e Praia Brava.

 

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Equipes da Prefeitura fiscalizam atividades na Ilha do Campeche

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Equipes da Prefeitura fiscalizam atividades na Ilha do Campeche – Foto/divulgação: Camila Peixer

Os fiscais da Superintendência de Serviços Públicos, de Mobilidade e da Floram, com o apoio da Guarda Municipal, realizaram uma fiscalização para constatar possíveis atividades irregulares exploradas na Ilha do Campeche, no Sul de Florianópolis, na manhã desta sexta-feira (09). Foram analisados os barcos que fazem o transporte de passageiros para o local, os estabelecimentos comerciais e as atividades irregulares como campismo, utilização de fogueiras e fogos de artifícios, assim como a possível remoção de qualquer espécie de fauna, flora, pesca, caça ou mergulho. A ação ocorreu após solicitação do Ministério do Meio Ambiente ao executivo e contou com o acompanhamento do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

Segundo João da Luz, superintendente de Serviços Públicos, a intenção da operação foi identificar os profissionais que trabalham no local, conferir os alvarás e solicitar aos irregulares que fizessem sua legalização. “Não constatamos irregularidades, mas estabelecimentos como quiosques e restaurantes foram notificados para que se regularizem junto ao município. Nosso objetivo não foi autuar, mas sim identificar o que funciona na Ilha, para então solicitar a regularização e garantir a legalidade na cidade”, explicou.

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