São Leopoldo

Trilha urbana aproxima a comunidade do Rio e da história de São Leopoldo

Estudantes do 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Santa Marta conheceram os pontos históricos localizados às margens do Rio dos Sinos, no centro da cidade. A primeira Trilha Urbana Caminhos do Rio foi realizada nesta quinta-feira, 2 de maio. Atividade faz parte do Projeto Parque Rua da Praia, desenvolvido pela Secretaria do Meio Ambiente (Semmam). O diretor do Centro Roessler e do Museu, Daniel Sauer recebeu os estudantes. “Não temos como falar da história de São Leopoldo sem falar do rio, pois estão de alguma forma ligados. O projeto trabalha com a valorização histórica e a preservação ambiental”, destaca.

Com o percurso os estudantes conheceram a Câmara de Vereadores, a Praça do Imigrante, o dique, a Ponte 25 de julho e os pontos históricos da Rua da Praia. Eles terminaram a trilha com uma pausa para contemplar o Rio dos Sinos.

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Moradores do bairro Arroio da Manteiga, alguns dos estudantes viram o rio ou visitaram os locais pela primeira vez. “Achei bem legal fazer a trilha, conhecer lugares que não tinha vindo ainda”, falou a estudante Maria Eduarda. Vitor Geovane ficou surpreso com a história do nome do Rio. Já, uma preocupação que eles demonstraram foi em relação ao lixo que visualizaram nas águas. “Parece que as pessoas não têm coração”, disse Ketlin Kamile. A estudante Maria Vitória deu o recado: “as pessoas não devem jogar lixo no rio”.

A bióloga Natasha Comassetto e a chefe do Departamento de Monitoramento Socioambiental, Scarlatt Napp conduziram o trabalho, trazendo informações históricas e ambientais sobre cada ponto e sobre o rio. “Buscamos um outro olhar sobre a cidade, com um trabalho de cunho histórico importantíssimo sobre a fundação da cidade”, afirmou.

Para a professora da Emef Santa Marta, Laudete de Brito, é importante a construção de parcerias entre a Educação e outras áreas. “Esta organização é fundamental, pois possibilita o conhecimento e a aprendizagem fora do espaço escolar”, destacou.

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Daniel Sauer ressaltou que as atividades têm como foco os resíduos sólidos, o quanto afetam o Rio do Sinos e como as pessoas podem ser agentes na sua comunidade para destinação correta do lixo. Além da Trilha Urbana, o projeto oferece as sessões do Ecocine, ambas no Museu. Já a partir de outubro entra na programação a Gincana Ambiental que é composta por jogos sobre o Projeto Parque Rua da Praia e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

As atividades são voltadas para toda a população. Os grupos precisam ter no mínimo 15 pessoas. O agendamento e mais informações sobre as atividades pode ser solicitado pelo contato: agendarmuseudorio@saoleopoldo.rs.gov.br

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