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Hospital Moinhos de Vento realiza pesquisa em Pelotas

Equipes que realizam o estudo, devidamente identificadas, coletam informações que serão usadas para a elaboração de políticas públicas no controle da epidemia de HIV/AIDS, sífilis e hepatites virais

Pelotas participa do Projeto Atitude, um estudo desenvolvido pelo Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, após o município ter sido um dos 57 selecionados no Estado. A equipe técnica da instituição de saúde, que deve permanecer algumas semanas fazendo coleta no perímetro urbano da cidade, tem encontrado dificuldades para realizar a pesquisa porque muitas pessoas se recusam a atendê-la.

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) pede aos moradores que colaborem com o levantamento, que visa conhecer os fatores comportamentais associados à continuidade da cadeia de transmissão das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), e será uma fonte importante de informações que poderá ser usada para o direcionamento de políticas públicas e para o controle da epidemia de HIV/AIDS, sífilis e hepatites virais no Rio Grande do Sul, fortalecendo a vigilância epidemiológica dessas doenças.

Fotos e imagens: Divulgação

Os profissionais que trabalham na coleta de dados estão devidamente identificados com colete, chapéu e mochila com identidade visual do projeto (como nas fotos) e cumprirão os protocolos de biossegurança relativos à Covid-19, além de testados e apresentar resultado negativo para o vírus antes de ir a campo. Se alguém ainda se sentir inseguro poderá obter mais informações com a equipe da pesquisa, pelo telefone (51) 3537-8092, e-mail shayanne.dasilva@hmv.org.br e no WhatsApp pelo QR Code:

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A pesquisa é desenvolvida pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com a Secretaria Estadual da Saúde e apoio técnico do Ministério da Saúde, através do Programa de Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

A amostra total no Rio Grande do Sul será de 8.232 participantes, sendo 365 do município de Pelotas. Os indivíduos devem ser maiores de 18 anos, de ambos os sexos. A obtenção de dados se dará por uma entrevista em tablet em plataforma de dados própria do estudo. Também será coletada uma amostra de sangue capilar para realização de testes laboratoriais de HIV, sífilis e hepatites virais.

O Estado apresenta um contexto único quanto à epidemia de HIV/AIDS e IST, sendo a unidade da União com maior prevalência de HIV e Hepatite C e registra um panorama epidemiológico diverso do de outras regiões, com maior proporção de mulheres e de indivíduos jovens afetados.

Fonte
Ascom /PMP
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